55SP indica – Moholy Nagy na Bauhaus Archive | Berlin

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Moholy-Nagy (1895–1946) ,  artista multifacetado é conhecido pelos seus fotogramas, pelas suas edições tipográficas e pelas suas inspiradoras publicações como a Aktivista .

Para ele não existiam divisões nas artes e nas tecnologias; seus trabalhos permeiam a Pintura, a Fotografia, a Escultura, a Tipografia, a Edição e foi também um importante professor da Bauhaus .

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Ele re-inventou o Fotograma, usando interferências artísticas na impressão das fotografias elementares que esta prática permite.

Em 1923 foi chamado por Walter Gropius para docente na Bauhaus, onde leccionou entre 1923 e 1928.

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Em livro escrito em 1928;  Moholy-Nagy, além de expor o núcleo central das suas concepções sobre o uso da luz, do movimento, da fotografia e do cinema, ensina como usar diferentes materiais, explica as ferramentas e as máquinas necessárias para a elaboração artística e arquitectónica. O livro foi publicado em inglês, em várias edições, com o título The New Vision).

Moholy-Nagy, que fará fotogramas quase até ao final da sua vida, fá-los com todo o tipo de objectos Man Ray  preferia usar objectos com contornos bem definidos (pregos, chaves, vidros, etc.

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Para ele, um «fotograma» era a impressão directa, com todos os claros e todas as sombras, distorções e deformações provocadas por objectos colocados sobre um papel foto-sensível. Usava a técnica , como um instrumento para estudar os fenómenos luminosos. Explorava os efeitos de reflexão e refracção, os contrastes fortes no papel foto-sensível. Os objectos colocados sobre o papel eram «modeladores de luz».Seus trabalhos foram referência e chave as obras da cinética , como as de Julio Le Parc.

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A exposição no Bauhaus Archive  em Berlin , acontece de 08.10.2014–02.02.2015

Por Julia Morelli



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