NEOCONCRETISMO

Em busca de alternativas além do mero geometrismo, o Neoconcretismo foi um movimento artístico surgido no Rio de Janeiro, na década de 50, que também trouxe um novo modo de ver e descrever obras de arte, afirmando principalmente que a arte não é apenas um objeto, mas tem sensibilidade, expressividade e subjetividade.

Fortemente criticado pelos concretistas ortodoxos paulistas, que alegavam que a forma teria que ter uma “autonomia”, e que, portanto, não era permitido ter liberdade para implicar em simbologias, expressões ou sentimentos, o movimento Neoconcretismo teve seu auge na virada da década 50 – 60, um conjunto bastante heterogêneo de artistas, como Lygia Clark, Lygia Pape, Wyllis de Castro, Amilcar de Castro e Franz Weissmann.

  • Obras de Lygia Clark

clark-lygia-bicho lygia-portrait lygia-clark-obra lygia-clark-posa-em-frente-as-obras-da-serie-unidade

 

  • Obras de Ligia Pape

People with their heads sticking out from holes on a large white cloth take part in "Divisor", a performance art piece by Brazilian artist Lygia Pape, during the exhibition entitled "A Journal of the Plague Year. Fear, ghosts, rebels. SARS, Leslie and the Hong Kong story" at Hong Kong's financial central district May 17, 2013. REUTERS/Tyrone Siu (CHINA - Tags: SOCIETY) ORG XMIT: HKG112

divisor-3 http-lostonsite-files_-wordpress-com201106lygia-pape-ttc3a9ia-i-2000 pape_livronoiteedia1963-76_11
Considerado um divisor de água na história das artes no Brasil, pois serviria como uma ruptura da arte moderna no país, teve sua 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com a presença dos sete artistas assinantes do Manifesto. Duas outras exposições nacionais de arte neoconcreta ocorreram nos anos seguintes: uma em 1960, no Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, e outra em 1961, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

 

 



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NEOCONCRETISMO

Em busca de alternativas além do mero geometrismo, o Neoconcretismo foi um movimento artístico surgido no Rio de Janeiro, na década de 50, que também trouxe um novo modo de ver e descrever obras de arte, afirmando principalmente que a arte não é apenas um objeto, mas tem sensibilidade, expressividade e subjetividade.

Fortemente criticado pelos concretistas ortodoxos paulistas, que alegavam que a forma teria que ter uma “autonomia”, e que, portanto, não era permitido ter liberdade para implicar em simbologias, expressões ou sentimentos, o movimento Neoconcretismo teve seu auge na virada da década 50 – 60, um conjunto bastante heterogêneo de artistas, como Lygia Clark, Lygia Pape, Wyllis de Castro, Amilcar de Castro e Franz Weissmann.

  • Obras de Lygia Clark

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People with their heads sticking out from holes on a large white cloth take part in "Divisor", a performance art piece by Brazilian artist Lygia Pape, during the exhibition entitled "A Journal of the Plague Year. Fear, ghosts, rebels. SARS, Leslie and the Hong Kong story" at Hong Kong's financial central district May 17, 2013. REUTERS/Tyrone Siu (CHINA - Tags: SOCIETY) ORG XMIT: HKG112

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Considerado um divisor de água na história das artes no Brasil, pois serviria como uma ruptura da arte moderna no país, teve sua 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com a presença dos sete artistas assinantes do Manifesto. Duas outras exposições nacionais de arte neoconcreta ocorreram nos anos seguintes: uma em 1960, no Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, e outra em 1961, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

 

 



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