BIENAL DE VENEZA

Quatro artistas brasileiros, Ayrson Heráclito, Erika Verzutti, Ernesto Neto e Paulo Bruscky, estarão na mostra principal da próxima Bienal de Veneza, que começa em maio. Eles foram selecionados por Christine Macel, diretora da Bienal de 2017.

Bruscky é um dos mais relevantes artistas da história da performance, da arte postal e da arte conceitual no Brasil, enquanto Neto é outros nome com grande trânsito internacional – ele já representou o país na edição da Bienal de Veneza de 2001.

Heráclito e Verzutti são nomes em ascensão no circuito global. Também conhecido por suas performances além de fazer fotografias, Heráclito trabalhou com Marina Abramovic em sua retrospectiva paulistana. Já Versutti foi uma das grandes revelações da última Bienal de São Paulo, no ano passado.

Outro brasileiro que estará na mostra é a artista Cinthia Marcelle, que ocupará sozinha o pavilhão do país nos Giardini, algo que não acontece desde 2011, quando o português Artur Barrio teve todo o espaço do país à sua disposição.

Escolhida por Jochen Volz, curador da última Bienal de São Paulo, Marcelle vem se firmando no cenário mundial com filmes, performances e instalações que refletem sobre a natureza do trabalho. Em Veneza, ela mostrará uma obra inédita.



Os comentários estão desativados.

BIENAL DE VENEZA

Quatro artistas brasileiros, Ayrson Heráclito, Erika Verzutti, Ernesto Neto e Paulo Bruscky, estarão na mostra principal da próxima Bienal de Veneza, que começa em maio. Eles foram selecionados por Christine Macel, diretora da Bienal de 2017.

Bruscky é um dos mais relevantes artistas da história da performance, da arte postal e da arte conceitual no Brasil, enquanto Neto é outros nome com grande trânsito internacional – ele já representou o país na edição da Bienal de Veneza de 2001.

Heráclito e Verzutti são nomes em ascensão no circuito global. Também conhecido por suas performances além de fazer fotografias, Heráclito trabalhou com Marina Abramovic em sua retrospectiva paulistana. Já Versutti foi uma das grandes revelações da última Bienal de São Paulo, no ano passado.

Outro brasileiro que estará na mostra é a artista Cinthia Marcelle, que ocupará sozinha o pavilhão do país nos Giardini, algo que não acontece desde 2011, quando o português Artur Barrio teve todo o espaço do país à sua disposição.

Escolhida por Jochen Volz, curador da última Bienal de São Paulo, Marcelle vem se firmando no cenário mundial com filmes, performances e instalações que refletem sobre a natureza do trabalho. Em Veneza, ela mostrará uma obra inédita.



Os comentários estão desativados.