MICHELANGELO PISTOLETTO

Michelangelo Pistoletto é um artista italiano que aborda uma série de meios de expressão como a escultura, a pintura, a instalação e a performance. As performances, (algumas das quais apresentadas em espaços urbanos) permitem-lhe desenvolver o tema da relação entre o artista, o público e a obra de arte.

O artista nasceu em Biella, Itália, em 1933. É autodidata, mas começou seu treinamento ajudando seu pai na restauração de obras de arte. Suas primeiras pinturas foram os retratos e daí foi incorporada a figura do homem como centro de sua produção. Na década de 60, utilizou chapas de aço polidas sobre as quais colava fotografias de figuras humanas em tamanho natural.

Em 1967, torna-se um dos mais importantes artistas da Arte Povera. A partir daí, fez objetos, instalações, performance, além das pinturas. O ano de 1975 marcou a utilização do espelho em sua obra para discutir a reflexão e a dupla percepção. Participou da Documenta de Kassel e das Bienais de Veneza e São Paulo.

Recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Veneza. Agraciado em Israel com Wolf Foundation Prize in Arts. Doutor Honoris Causa pela Universidade de Milão. Foi professor da Akademie der Bilderden, Viena. Sua maior retrospectiva foi no Museu da Filadélfia, Pensilvânia.



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MICHELANGELO PISTOLETTO

Michelangelo Pistoletto é um artista italiano que aborda uma série de meios de expressão como a escultura, a pintura, a instalação e a performance. As performances, (algumas das quais apresentadas em espaços urbanos) permitem-lhe desenvolver o tema da relação entre o artista, o público e a obra de arte.

O artista nasceu em Biella, Itália, em 1933. É autodidata, mas começou seu treinamento ajudando seu pai na restauração de obras de arte. Suas primeiras pinturas foram os retratos e daí foi incorporada a figura do homem como centro de sua produção. Na década de 60, utilizou chapas de aço polidas sobre as quais colava fotografias de figuras humanas em tamanho natural.

Em 1967, torna-se um dos mais importantes artistas da Arte Povera. A partir daí, fez objetos, instalações, performance, além das pinturas. O ano de 1975 marcou a utilização do espelho em sua obra para discutir a reflexão e a dupla percepção. Participou da Documenta de Kassel e das Bienais de Veneza e São Paulo.

Recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Veneza. Agraciado em Israel com Wolf Foundation Prize in Arts. Doutor Honoris Causa pela Universidade de Milão. Foi professor da Akademie der Bilderden, Viena. Sua maior retrospectiva foi no Museu da Filadélfia, Pensilvânia.



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