CLAUDIO TOZZI

O artista Claudio Tozzi apresentou suas obras em importantes instituições e mostras como a Bienal de Veneza (1976), a Bienal de São Paulo (1991), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Museu da Casa Brasileira, o Museu Brasileiro de Esculturas. O artista começou a produzir na década de 1960.

Inspirado por fatos e histórias de jornal conhecidos pelo grande público, Claudio Tozzi trabalha a imagem de personagens como Che Guevara, o Bandido da Luz Vermelha, o astronauta. Ganhador do concurso para o cartaz do XI Salão Paulista de Arte Moderna, formou-se em arquitetura e seguiu os rumos da arte. Temas urbanos e conflitos sociais são predominantes em suas obras e constroem o seu universo visual, misturados à estética pop. Foi o responsável pelo painel “Zebra”, na Praça da República e pelo painel “Colcha de Retalhos” na estação do metrô Sé, em São Paulo. Claudio Tozzi também foi premiado pelo Salão Nacional e venceu o concurso para a realização de um painel em um edifício na Av. Angélica e um painel para a capela no Campus da FIEO.

Outra importante fonte de inspiração desse período são as histórias em quadrinhos, referências não somente para as figuras como em O olhar (1968) e Ocorrência 3114 (1967), mas também em termos visuais. Esta linguagem gráfica, bem como a de cartazes e panfletos e da Pop Art são fortes influências para as composições do artista.

Também podemos notar o desenvolvimento de sua pintura baseada em cores únicas, com a intenção de criar relevos e profundidade usando tons distintos em diferentes áreas do quadro. Sua obra caminha para uma construção de paisagem ainda mais arquitetônica e urbana.



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CLAUDIO TOZZI

O artista Claudio Tozzi apresentou suas obras em importantes instituições e mostras como a Bienal de Veneza (1976), a Bienal de São Paulo (1991), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Museu da Casa Brasileira, o Museu Brasileiro de Esculturas. O artista começou a produzir na década de 1960.

Inspirado por fatos e histórias de jornal conhecidos pelo grande público, Claudio Tozzi trabalha a imagem de personagens como Che Guevara, o Bandido da Luz Vermelha, o astronauta. Ganhador do concurso para o cartaz do XI Salão Paulista de Arte Moderna, formou-se em arquitetura e seguiu os rumos da arte. Temas urbanos e conflitos sociais são predominantes em suas obras e constroem o seu universo visual, misturados à estética pop. Foi o responsável pelo painel “Zebra”, na Praça da República e pelo painel “Colcha de Retalhos” na estação do metrô Sé, em São Paulo. Claudio Tozzi também foi premiado pelo Salão Nacional e venceu o concurso para a realização de um painel em um edifício na Av. Angélica e um painel para a capela no Campus da FIEO.

Outra importante fonte de inspiração desse período são as histórias em quadrinhos, referências não somente para as figuras como em O olhar (1968) e Ocorrência 3114 (1967), mas também em termos visuais. Esta linguagem gráfica, bem como a de cartazes e panfletos e da Pop Art são fortes influências para as composições do artista.

Também podemos notar o desenvolvimento de sua pintura baseada em cores únicas, com a intenção de criar relevos e profundidade usando tons distintos em diferentes áreas do quadro. Sua obra caminha para uma construção de paisagem ainda mais arquitetônica e urbana.



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